Na manhã dessa quinta-feira, 25, uma ação desencadeada pela Polícia Civil do Ceará, por meio das Delegacias Regional de Quixadá e as Municipais de Quixeramobim e Banabuiú, resultou na captura de quatro pessoas envolvidas em um esquema criminoso de estelionato e lavagem de dinheiro. As prisões são resultados de uma operação desencadeada no último dia 16.
Conforme o delegado Marcus Vinicius, foram presos Marcilio Jorge da Silva Cavalcante (39), o “Marcilio Voa Dois”, sem antecedentes criminais; Marilianny Patricio Nobre (30), que já foi presa por estelionato pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), em 2016; Osmildo Pereira Brito Neto (27), vulgo “Bodó”, sem antecedentes criminais; e Jone Kello da Silveira Lemos (29), que já responde um crime de violência doméstica. As prisões ocorreram nos bairros Curicaca, Campo Velho e Centro de Quixadá.
“O grupo chegava a movimentar cerca de um milhão e meio por ano, através de atividades fraudulentas”, afirmou Marcus Vinicius. Ainda conforme o delegado, Marcilio e Marilianny são os chefes do esquema criminoso. Já Osmildo servia como “laçador” buscando arregimentar “laranjas” para emprestar contas bancárias para a movimentação criminosa. Um desses laranjas é Jone Kello.
Além das capturas, por mandados de prisão, a Polícia apreendeu diversos bens do bando. Foram apreendidos três veículos, jóias, relógios e talões de cheque. A Polícia Civil conseguiu ainda o sequestro de bens (que tem por finalidade apreender o bem do devedor do qual pende litígio) do grupo, como uma casa de luxo localizada no bairro Curicaca.
“O grupo aparecia na cidade como empresários bem sucedidos, quando na realidade estavam enriquecendo de forma ilícita. Passamos a investigá-los e estamos desarticulando todo o esquema”, afirmou Marcus.
Operação Ostentação
Nos últimos dias 16 e 17, a Polícia Civil iniciou a desarticulação de uma associação criminosa responsável por aplicar golpes milionários em agências bancárias. O grupo criminoso era composto por cinco integrantes. Segundo o delegado Marcus Vinícius, que presidiu o inquérito policial, os levantamentos apontam que os homens conseguiam aproximadamente um milhão e meio, por ano, com os golpes aplicados.
Repórter Ceará
