Na última terça-feira, 1º, o ex-governador da Bahia, Jacquer Wagner (PT), afirmou que o Partido dos Trabalhadores poderia aceitar ser vice de Ciro na disputa presidencial neste ano. Contudo, a reação da presidente nacional da sigla, Gleisi Hoffman, foi outra: “Ele não sabe que o Ciro não passa no PT nem com reza brava?”.
Outra reação veio do líder do PT na Câmara Federal, deputado Paulo Pimenta (RS), ressaltando que o ex-governador não manifesta a posição oficial do partido.
Ontem, 03, o ex-gestor estadual e possível “plano B” para o PT à Presidência foi para as redes sociais e reforçou: “Defendo que caminhemos unidos porque assim teremos muito mais condições de derrotar as forças do atraso e de ensinar à direita e à extrema direita que um país melhor só pode ser alcançado com ideias, propostas e argumentos, não com ódio e violência”, escreveu Wagner. Além disso, Jacques ainda defendeu diálogos entre partidos de esquerda e outras forças políticas.
“A boa política é aquela que se propõe a somar e a construir, não a dividir. Sempre acreditei no diálogo e foi dialogando com os companheiros da esquerda e de outras forças políticas que conseguimos tantas conquistas e avanços, tanto na Bahia como no Brasil”, escreveu na rede social.
Em resposta ao comentário de Jacques, Ciro agradeceu o “carinho”.
Repórter Ceará com informações de Agências
