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De Assis Diniz fala em “herança do ódio” deixada por Bolsonaro ao rebater críticas ao Governo Elmano

O deputado De Assis Diniz (PT) classificou, em pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira, 09, de “seletiva” a indignação do deputado Carmelo Neto (PL), com os primeiros 30 dias de governo de Elmano de Freitas.

Na tribuna, o parlamentar questionou onde estava a indignação do colega deputado e de seus aliados, diante de episódios ocorridos no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Fico imaginando o tamanho da indignação do deputado, quando o Brasil assistia os irmãos de Manaus morrendo por falta de oxigênio. Sua perplexidade não reflete a realidade do que vivenciamos, ao longo dos últimos quatro anos”, assinalou.

De Assis Diniz lamentou que as heranças deixadas pelo último governo tenham sido o “ódio e o País dividido” e seguiu enumerando outros escândalos ligados ao ex-presidente. “Essa sua indignação não traz o debate do enfrentamento da Covid ou da corrupção deste país. Da troca de ministérios por barras de ouro. Da rachadinha. Foram momentos pontuais? Mas podemos elencar vários deles. Inclusive a troca de superintendentes da polícia federal por seis vezes, quando alguma investigação avançava. Com a fome não tem indignação. Com a tribo Yanomami e suas condições desumanas não teve”, elencou.

O governo Bolsonaro, ainda segundo o deputado, zerou todas as políticas e programas de financiamento da agricultura e pecuária, enquanto o Ceará uma manteve média de R$ 127 milhões em investimento por ano. “Por meio da políitica de mecanização, com alocação de tratores, ampliamos a capacidade produtiva da agricultura familiar cearense. Éramos o quarto produtor de leite no Nordeste, hoje somos o segundo, após qualificar a genética da nossa produção. E aí podemos fazer esses comparativos para saber se existe essa indignação permanece”, justificou.

O parlamentar externou ainda sua apreensão com a situação das obras do Lago de Fronteira no município de Crateús. Segundo ele, os habitantes do município estão aflitos com a possibilidade das obras pararem por inoperância da Enel. “Infelizmente não é uma possibilidade, é uma realidade. E o prejuízo será todo nosso. Temos que tratar a Enel de forma muito dura para que não recebamos o silêncio novamente como resposta”, concluiu.

Veja o pronunciamento completo:

Repórter Ceará

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