Neste sábado, 13, a morte do advogado Francisco Di Angelis Duarte de Morais, de 41 anos, completa uma semana. Desde então, o caso segue sem respostas e sem nomes de suspeitos, nem mesmo a motivação do crime.
Em entrevista ao Diário do Nordeste, familiares do advogado declararam que estão “às cegas”. “A gente não sabe de nada, nem para qual lado correr. Algumas pessoas da família foram chamadas para depor e a Polícia diz que ainda está colhendo os depoimentos que entende ser necessário.”
De acordo com parentes de Francisco, “ele nunca se queixou de nenhum tipo de ameaça”.
A Polícia Civil mantém as investigação relacionadas ao homicídio. O caso está nas mãos da 6ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O advogado não tinha antecedentes criminais. Ele estava no próprio carro e foi abordado logo após sair do automóvel, em frente a uma residência, por dois homens em uma motocicleta. Francisco estava ao telefone com uma das irmãs quando foi atingido pelos disparos.
A vítima chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Francisco deixou esposa e dois filhos, sendo um de seis e outro de três anos.
Repórter Ceará




