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Cid não poderia dar carta de anuência, nem se aproximar do governo Elmano sem diálogo, diz André

O presidente nacional do PDT, deputado federal André Figueiredo, destacou que o senador Cid Gomes (PDT) não cumpriu três compromissos que haviam sido firmados ao assumir o comando do partido no Ceará. Entre eles estavam a não emissão de carta anuência e a não aproximação com o governo Elmano de Freitas (PT) sem um diálogo prévio.

“Três premissas básicas. Uma: um avanço rumo à pacificação interna do partido; duas: a não emissão de nenhuma carta de anuência para qualquer companheiro que seja; e três: nenhuma aproximação com o governo Elmano sem uma prévia conversa entre eu, Lupi, Cid e Elmano”, disse André.

O deputado destituiu o senador do comando da sigla no Estado na manhã desta segunda-feira, 2, após discutir com correligionários dos diretórios estadual e municipal, e conversar com Ciro Gomes e Carlos Lupi.

“Lamentavelmente, o que nós vimos no decorrer destes três meses foi que nós tivemos cada vez mais dificuldades em relação a pacificação […], foi emitida uma carta de anuência para o presidente da Assembleia, Evandro Leitão, sem ter tido uma discussão prévia com a direção nacional do partido, e na última sexta-feira já se vislumbrava que seria pautado o apoio ao governo Elmano”, destacou o deputado.

“Não dá pra gente continuar convivendo com todo esse desarranjo institucional que está o PDT”, ressaltou.

Repórter Ceará

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