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O coordenador das Secretarias Regionais de Fortaleza, Osmar Baquit, afirmou que a oposição no Ceará não possui um nome competitivo para disputar o Governo do Estado sem a presença de Ciro Gomes (PSDB). Durante entrevista ao podcast As Cunhãs, ele defendeu a força política do grupo governista e destacou que há diversos quadros com viabilidade eleitoral.
“Assim, nós temos quadros. Aí eu pergunto, o outro lado? Quem é que eles falam? Vamos dar um exemplo aqui. Você tem o Elmano, governador. Mas vamos dizer que não fosse o Elmano, você tem o Cid, governador. Não, não é o Cid, você tem o Camilo, governador. Não, não é nenhum dos três. O outro lado é o Ciro. Se não for o Ciro, quem é? Nem candidato tem”, declarou.
Ao comentar possíveis nomes da oposição, como o ex-prefeito Roberto Cláudio, que é um dos cotados para ser candidato ao Governo do Ceará, Baquit afirmou: “Eu quero ganhar na Mega-Sena e não ganho. Mas não é assim, eu estou falando viabilidade.”
Osmar também levantou dúvidas sobre a própria candidatura de Ciro Gomes, condicionando sua participação ao apoio partidário. “Se o Ciro não tiver um apoio do União Brasil nem do PL, ele não é candidato”, disse.
Segundo Baquit, mesmo que a oposição apresente um nome, a disputa seria apenas simbólica. “Se o Ciro não for, eles não têm candidato. Eles vão ter, claro, para marcar um espaço, mas não tem a mínima chance”, pontuou.
O parlamentar ainda argumentou que a avaliação positiva de lideranças do grupo governista reforça o favoritismo nas eleições. “O Lula é bem avaliado no Nordeste? No Ceará, ele é bem avaliado? Ele é bem avaliado. O Camilo é bem avaliado no Ceará? É bem avaliado. O Cid é bem avaliado? É. Se você pegar, o governo Elmano é bem avaliado? É. Como é que tudo é bem avaliado e vai perder a eleição? Me explique aí essa mágica aí”.



