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Leonardo Barchini é nomeado novo ministro da Educação após saída de Camilo Santana

O novo ministro, já integrante da equipe do MEC, acompanhou Camilo no evento do ITA. Sua nomeação foi oficializada no Diário Oficial da União

Foto: Thiago Gadelha

Nesta quinta-feira, 2, Leonardo Barchini, servidor público federal, passa a comandar o Ministério da Educação (MEC), sucedendo Camilo Santana (PT), que esteve à frente da pasta por pouco mais de três anos. Na sua última atividade oficial, realizada nessa quarta-feira, 1, Camilo participou da inauguração do campus do ITA no Ceará, em Fortaleza.

Camilo, que estava afastado do mandato de senador, deixa o ministério para se dedicar ao cenário político do estado e ao apoio às articulações nacionais de Lula. A saída também abre espaço para que ele próprio possa disputar cargos eletivos, caso decida.

O novo ministro, já integrante da equipe do MEC, acompanhou Camilo no evento do ITA. Sua nomeação foi oficializada no Diário Oficial da União. Barchini assume após exercer a função de secretário-executivo desde agosto de 2023, posição que ocupou depois da saída de Izolda Cela, que se lançou candidata à prefeitura de Sobral.

Leonardo Barchini tem uma longa trajetória no serviço público federal, com mais de 30 anos de atuação como analista em Ciência e Tecnologia sênior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Formado em Direito e mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB), é reconhecido pela experiência acumulada na gestão pública e pela participação em diferentes funções estratégicas.

No MEC, Barchini já desempenhou papéis de destaque: foi secretário-executivo adjunto, chefe de gabinete do então ministro Fernando Haddad entre 2011 e 2012, além de ter chefiado a Assessoria Internacional de 2008 a 2011. Mais recentemente, ocupou a diretoria de Programas entre 2023 e 2024 e, desde agosto de 2023, exercia o cargo de secretário-executivo da pasta.

Sua atuação não se restringe ao âmbito federal. Entre 2013 e 2016, integrou a administração municipal de São Paulo, onde foi secretário de Relações Internacionais e Federativas e também chefe de gabinete do prefeito. Essa combinação de experiências reforça seu perfil como gestor público com ampla vivência em diferentes áreas da administração.

Com essa mudança, o MEC passa a ser liderado por um gestor de carreira, com longa trajetória na administração pública e experiência acumulada dentro da própria estrutura ministerial.

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