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Cães em vulnerabilidade ocupam aterro sanitário de Baturité, apontam protetores ambientais

Em uma visita técnica realizada no dia 1º de abril, agentes de endemias e da autarquia identificaram cerca de 50 animais no espaço, embora os relatos iniciais falassem em até 400

Foto: Reprodução

Técnicos da Prefeitura de Baturité, no Ceará, iniciaram uma investigação após denúncias de que cães estariam vivendo em condições degradantes em um antigo aterro sanitário da cidade. A apuração foi confirmada pelo presidente da Autarquia Municipal de Meio Ambiente, Artur Emílio, nessa terça-feira, 7, que informou que medidas emergenciais já estão sendo planejadas, como vacinação e castração dos animais.

As primeiras denúncias começaram a circular nas redes sociais no fim de março, compartilhadas por protetores da causa animal. Monara Uchoa, integrante do movimento Salvem Guaramiranga, relatou que recebeu informações sobre uma filhote em situação crítica e, ao chegar ao local, encontrou não apenas a cadela já sem vida, mas também uma grande quantidade de cães vivendo em meio à lama e sem qualquer abrigo.

Em uma visita técnica realizada no dia 1º de abril, agentes de endemias e da autarquia identificaram cerca de 50 animais no espaço, embora os relatos iniciais falassem em até 400. Uma nova inspeção, feita com o auxílio de drones, buscou ampliar a contagem e detalhar o cenário. Segundo Artur Emílio, o plano é priorizar os casos mais urgentes, como fêmeas prenhas, e articular com o governo estadual ações de castração e vacinação.

Além das medidas imediatas, há intenção de organizar mutirões de adoção em parceria com instituições de acolhimento e de reivindicar a criação de um centro de zoonoses na região, para dar suporte contínuo às demandas. Para os protetores, o mínimo esperado é que os animais recebam cuidados básicos, como atendimento veterinário e proteção contra parasitas, ainda que o processo seja feito gradualmente.

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