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Pilili: mascote do TSE quer aproximar jovens e reforçar importância do voto nas eleições

Inspirada na urna eletrônica, personagem será usada em campanhas educativas e deve percorrer o país para incentivar participação popular

Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE

A nova aposta da Justiça Eleitoral para se conectar com os eleitores, especialmente os mais jovens, tem nome e som característico: Pilili. Apresentada nesta segunda-feira, 4, a mascote do Tribunal Superior Eleitoral passa a ser o rosto das campanhas institucionais voltadas à participação nas eleições.

Inspirada na urna eletrônica, a personagem foi criada para representar, de forma leve e acessível, o processo de votação. O nome é uma referência direta ao som emitido pelo equipamento ao final do voto, elemento que também marca a identidade da mascote, que não possui fala e se comunica por gestos e recursos visuais.

Segundo o TSE, a personagem terá papel ativo nas campanhas institucionais. “Defensora da democracia, acessível, fácil de lidar e muito sociável, a Pilili é o símbolo das Eleições 2026. Inspirada na urna eletrônica, a mascote será a porta-voz da Justiça Eleitoral”, informou o tribunal.

A proposta é que a mascote percorra o país, participe de ações educativas e apareça em animações, vídeos e materiais informativos. A ideia é estimular o engajamento cívico e incentivar principalmente o público jovem a comparecer às urnas.

O lançamento ocorreu durante a celebração dos 30 anos da urna eletrônica. Na ocasião, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, destacou a importância do equipamento no sistema eleitoral brasileiro. “O voto é computado, não tem a mão de outra pessoa, não tem a visão de outra pessoa. É você, exclusivamente, com a sua escolha”, afirmou.

A ministra também fez um apelo direto aos jovens para que participem do processo eleitoral. “Quem completar 16 anos até o dia 4 de outubro […] poderá votar, poderá exercer esse direito e, com isso, ser verdadeiro cidadão ou cidadã”, disse.

De acordo com o TSE, a Pilili foi concebida para transmitir neutralidade e inclusão. Sem gênero definido, a mascote “representa a neutralidade, sem estereótipos” e poderá incorporar elementos culturais de diferentes regiões do país, participando inclusive de festas populares.

Criada a partir de uma proposta desenvolvida em 2023 pela área de comunicação do tribunal, a personagem passa agora a ser a principal representante simbólica da Justiça Eleitoral em ações de conscientização sobre o voto.

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