O candidato ao Governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) esteve em Quixadá, no Sertão Central, na tarde desse sábado, 26, onde participou de uma carreata com apoiadores e conversou com profissionais da imprensa. Durante a passagem pelo município, ele afirmou que a campanha representa uma “luta de Davi contra Golias” e defendeu a união dos cearenses em torno da mudança no Estado.
“Isso é uma luta do Davi contra Golias. Isso é uma lição preciosa, porque eu aceitei ajudar. Nós estamos lutando contra o governo do Estado, contra as prefeituras, contra o governo federal, contra todo o sistema, corrupção, influências impertinentes no Judiciário. E, ainda assim, é lindíssimo que o Ceará levantou-se. O Ceará é o Estado da Liberdade e nós vamos restaurar essa liberdade agora, unindo pra mudar”. E completou: “No meu governo, a oposição era protegida e não perseguida”.
Na área da segurança pública, Ciro afirmou que a violência é uma preocupação para Quixadá e para o restante do Ceará. “Esse abuso, esse excesso, acontece porque as facções criminosas, no Ceará, têm a cobertura do governo e da estrutura de Segurança Pública do Ceará ,que ao invés de reprimir estão protegendo isso com a intrusão das facções criminosas na política”, explicou.
Ciro ainda criticou a situação da agricultura familiar e afirmou que pretende retomar políticas de apoio ao pequeno produtor rural. “A agricultura familiar está abandonada. O nosso homem do campo está desprezado, não tem assistência técnica, acabou o programa de agente rural. (…) Vou restaurar a responsabilidade do Estado em apoio à agricultura familiar com energia com preço, com armazenamento, com acesso aos mercados e com assistência técnica”, disse.
Ao final, Ciro fez um apelo aos eleitores para que exerçam o voto de forma livre e sem pressão. “O voto é secreto, voto calado. Nenhum ditador, nenhum corrupto (…) que persegue um trabalhador humilde pra tirar dele até a liberdade de votar vai jamais saber em quem você votou. A hora de se vingar dessa perseguição é na urna”, declarou.
