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Os nomes que devem deixar cargos no Governo do Ceará para disputar as eleições de 2026

Período de desincompatibilização entre março e abril deve provocar mudanças na equipe do primeiro escalão e intensificar articulações políticas no estado

Foto: Hiane Braun/Gov. do Ceará | Divulgação/Gov. do Ceará | Divulgação | Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O período de desincompatibilização para as eleições de 2026 deve provocar mudanças na equipe do governo do Ceará. Até o dia 4 de abril, ao menos nove nomes que ocupam cargos no primeiro escalão da gestão estadual ou que acumulam funções políticas devem deixar suas funções para se dedicar à pré-campanha.

A movimentação envolve secretários e lideranças políticas que já se articulam para disputar cargos como deputado estadual, deputado federal e até o Senado. Entre os nomes cotados estão:

  • Chagas Vieira – chefe da Casa Civil e cotado como possível candidato ao Senado;
  • Domingos Filho – secretário do Desenvolvimento Econômico e ex-vice-governador; pode disputar vaga de deputado estadual. Seu nome também é cotado para o Senado;
  • Eduardo Bismarck – secretário do Turismo e deputado federal, deve tentar o terceiro mandato na Câmara;
  • Fernando Santana – secretário dos Recursos Hídricos e deputado estadual, pretende disputar vaga de deputado federal;
  • Jade Romero – vice-governadora e secretária da Proteção Social, confirmou que sairá da pasta. Ela deve concorrer a uma vaga de deputada federal;
  • Lia Gomes – secretária das Mulheres e deputada estadual, deve buscar a reeleição;
  • Luísa Cela – secretária da Cultura e filha da ex-governadora Izolda Cela, cotada para disputar vaga de deputada federal;
  • Moisés Braz – secretário do Desenvolvimento Agrário, deve tentar mais um mandato como deputado estadual;
  • Zezinho Albuquerque – secretário das Cidades, deve buscar o nono mandato como deputado estadual.

As saídas abrirão espaço para novas indicações no primeiro escalão do governo e também para o retorno de suplentes aos parlamentos. O período coincide ainda com a janela partidária, quando parlamentares podem trocar de legenda sem risco de perda de mandato.

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