A manhã desta segunda-feira, 26, foi marcada por reivindicações à Prefeitura Municipal de Quixeramobim, referentes à Saúde e Educação. Transporte, fardamento e atendimento médico foram os temas principais das reclamações.
Educação
Uma moradora do Distrito de Algodões reivindicou que o prefeito Clébio Pavone abrisse “uma vaga” na agenda para entregar o fardamento dos alunos da comunidade, “pois é uma vergonha. Todos na escola esperando que o prefeito tenha tempo para entregar. Este é um apelo de todas as mães”.
Outra quixeramobinense, desta vez do Distrito de Passagem, relatou que o transporte escolar dos alunos continua parado, por falta de pagamento. Segundo ela, já são duas semanas sem os adolescentes e as crianças da comunidade de Telha Velha irem à escola.
A última reivindicação veio do Assentamento Nova Canãa. Segundo a moradora da comunidade, o ônibus está parado por falta de pagamento e combustível, impedindo que os alunos possam ser transportados ao Distrito de Lacerda para frequentar a escola.
Saúde
Em relação a saúde, a primeira reclamação veio do Assentamento Carqueja, Distrito de Damião Carneiro. Conforme o morador, há um ano, a comunidade não recebe atendimento da equipe do Programa de Saúde da Família (PSF).
Outra reivindicação foi referente ao posto de saúde de Jurema, no mesmo Distrito. Segundo o relato, não há água para realizar os serviços essenciais na unidade de saúde.
A última solicitação veio do Distrito de Manituba, pois, de acordo com um comentário efetuado por um morador local e profissional da área da saúde, os serviços médicos e de enfermagem do posto de saúde da comunidade voltaram parcialmente, como também, os serviços odontológicos estão em falta.
As reivindicações e reclamações foram repassadas através do WhatsApp da Rádio Campo Maior AM 840, em relatos ao Programa SerTão Conta Mais, da mesma emissora, e recolhidos, também, através do Facebook.
Repórter Ceará





Bom dia
Aqui no centro temos 2 Ads e a nossa encontrasse de médico novo haja vista que segundo informações o médico anterior pediu pra sair por conta da perturbação constantes dos coordenadores da secretaria sempre atrás de um ou outro atendimento,e nosso atual médico acredite passou uma semana sem atender pq estava no hospital e semana passada só teve atendimento apartir de terça a tarde pq o mesmo estava no hospital quer dizer ele não tem a menor condição de está emb2 lugares ao mesmo tempo
Se a secretária arrumar a bagunça que se encontra o HRPN e liberar os médicos do PSF possa ser que o descaso diminua isso sem falar na falta de alguns medicamentos