Com o objetivo de estimular a prática de esportes, ofertar lazer e trazer benefícios para a comunidade de Veneza, no Distrito de Manituba, zona rural de Quixeramobim, o ginásio poliesportivo que estava sendo construído na localidade não chegou a ser terminado. O motivo da paralisação é desconhecido pelos moradores até hoje.
Em consulta ao Portal da Transparência dos Municípios, foi possível constatar que a obra foi iniciada em 2015 e paralisada ainda no mesmo ano, sob a responsabilidade da empresa Transcol (Transcol Trans. e Const. Eireli Me). O valor pago em toda a construção foi da ordem de R$ 174.660,22.

A construção iria beneficiar, de forma direta, a Escola de Ensino Fundamental Manoel Farias de Almeida, servindo para as aulas práticas dos alunos. Além disso, indiretamente, o espaço também seria utilizado pela comunidade para a realização de eventos.
Conforme relatos dos moradores à reportagem, a empresa responsável pela obra não recebeu parte da quantia necessária à construção, tendo que arcar com recursos próprios para quitação da dívida em razão do material já ter sido comprado.
O Distrito de Manituba é considerado um dos menos desenvolvidos da zona rural em razão da falta de investimentos do Poder Público nesta região. Não adianta o prefeito Clébio Pavone ir visitar a comunidade para analisar a obra, se não toma nenhuma posição para mudar o quadro de abandono do equipamento. Enquanto isso, de acordo com os moradores, o cenário do ginásio poliesportivo segue parecendo “um curral e a esperança, não muito viva”.
Repórter Ceará






