Home Economia Cesta básica em Fortaleza é sétima mais cara do país, aponta Dieese

Cesta básica em Fortaleza é sétima mais cara do país, aponta Dieese

A cesta básica em Fortaleza foi apontada como sendo a sétima mais cara do Brasil, ficando à frente de todas as capitais do Nordeste. Sendo cobrado, em média, R$ 448,73, o conjunto de alimentos essenciais apresentou aumento de 0,97% em junho ante maio deste ano.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

A capital cearense ficou atrás apenas de São Paulo (R$ 501,68), Rio de Janeiro (R$ 498,67), Porto Alegre (R$ 498,41), Florianópolis (R$ 494,96), Vitória (R$ 485,34), e Brasília (R$ 454,90).

Proporcionalmente, o tempo de trabalho necessário para adquirir a cesta básica em Fortaleza também foi apontado como o sétimo maior, ficando em 98 horas e 55 minutos. O dado indica que uma pessoa que recebe um salário mínimo precisaria trabalhar para poder arcar com os gastos da cesta básica.

Um dos principais destaques, no Ceará, foi a variação do leite integral, que foi apontado como o segundo maior do país, ficando em 3,98%. O resultado de Fortaleza ficou atrás, neste quesito, apenas de Recife, onde foi apontado um aumento de 6,97%.

Nordeste

No Nordeste, analisando as cidades pesquisadas pelo Dieese, a segunda capital mais cara apontada foi João Pessoa, onde o valor, em junho, ficou em R$ 398,72. Natal (R$ 397,24), Recife (R$ 396,21), Salvador (R$ 384,76) e Aracaju (R$ 383,09) completam a lista.

Apesar de liderar o ranking de preços entre as capitais nordestinas, Fortaleza apresentou apenas quarta maior variação em 2019, com um aumento de 12,93%. Natal (16,36%), Recife (16,34%), João Pessoa (15,50%) aparecem à frente. Salvador (11,91%) e Aracaju (6,78%) vem na sequência.

Repórter Ceará com informações do G1-CE

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