Na madrugada desta segunda-feira, 06, o governador Camilo Santana (PT) revogou o decreto 33.536/2020, que permitia a flexibilização do isolamento social para parte do comércio e indústria. O anúncio de recuo foi publicado através do Twitter do gestor estadual.
Conforme Camilo, a decisão foi tomada após argumentação do Comitê de Saúde do Estado, que demonstrou “preocupação com as flexibilizações de funcionamento”.
O governador ainda informou que um novo decreto será publicado, mantendo todas as proibições dos decretos anteriores, incluindo o isolamento por mais 15 dias, se estendendo até o dia 20 de abril.
“Se houve um erro nessa proposta de flexibilização, que seja imediatamente corrigido”, finalizou Camilo.
Diante da argumentação do nosso Comitê de Saúde, demonstrando preocupação com as flexibilizações de funcionamento colocadas pelo Governo do Estado nesse último decreto que entraria em vigor nesta segunda-feira (6), decidi revogar imediatamente o mesmo.
— CamiloSantana (@CamiloSantanaCE) April 6, 2020
Decreto 33.536/2020
Publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nesse domingo, 05, o Governo do Ceará concedia aval de funcionamento, através do decreto, de parte da indústria e das lojas de materiais de construção e de higiene e limpeza no Estado. Com a revogação, continuam suspensos os seguintes serviços:
- Feiras de gêneros alimentícios;
- Serrarias;
- Indústria de moveis e utensílios domésticos;
- Indústrias de tintas;
- Indústrias têxteis, de confecções, de calçados e roupas;
- Indústria de maquinário agrícola e autopeças;
- Produção e comercialização de flores e produtos hortifrutigranjeiros;
- Produtores e fornecedores da cadeia de saneamento;
- Comércio de materiais de construção;
- Serviços de contabilidade, vedado atendimento presencial;
- Serviços de controle de vetores e pragas urbanas;
- Empresas exportadoras;
- Empresas que integram a cadeia de energia;
- Obras relacionadas à produção de energia;
- Comércio de produtos naturais, suplementos de produtos alimentares e alimentos de animais, vedado o consumo local;
- Comércio de defensivos e insumos agrícolas;
- Comércio de seguros, vedado o atendimento presencial;
- Estabelecimentos que comercializem exclusivamente produtos de higiene e limpeza.
Repórter Ceará (Foto: Saulo Roberto)





Agora, cadê os comentaristas que elogiavam a decisão anterior. Tudo indica que foi um puxão de orelha do partido. Claro. Oposição aí GF. Seria feio para o partido. Apoiaria as ideias verdadeiras do Presidente da República eleito legitimamente. Muita Hipocrisia com o POVO e o País. Tá combinado, tá tudo combinado.
O povo precisa trabalhar, respeitando as regras da saúde contra o covid19.