Senadores e deputados estão sendo pressionados pelo Movimento Renda Básica que Queremos, que conta com 163 organizações da sociedade civil, para prorrogarem o auxílio emergencial de R$ 600 até dezembro deste ano. A campanha foi lançada nessa segunda-feira, 22.
O intuito do Movimento é que o auxílio emergencial dure enquanto estiver em vigor o estado de calamidade pública decretado pelo Governo Federal. A campanha ocorre no mesmo momento em que o Congresso Nacional negocia a prorrogação do benefício. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já se mostrou favorável.
Do contrário do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, propôs, uma prorrogação por mais dois meses, no valor de R$ 300 cada parcela, Maia defende que o auxílio permaneça em R$ 600.
A campanha começou a coletar assinaturas em defesa da manutenção do auxílio por mais seis meses, além das três parcelas iniciais, mas com mudanças das regras. Cada assinatura eletrônica (www.rendabasica.org.br) é enviada automaticamente, por e-mail, para nove integrantes do Congresso, dentre eles, Rodrigo Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Repórter Ceará




