O Governo Federal está analisando os detalhes acerca da prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses. A medida será feita com o intuito do Executivo finalizar a proposta do programa que substituirá o Bolsa Família.
Até o momento, o Ministério da Economia informou que a prorrogação é dada como certa, mas não informou o valor das parcelas, que devem se estender até setembro. No entanto, a ideia é manter as parcelas que variam de R$ 150 a R$ 375.
No formato elaborado pela pasta, os dois meses adicionais do auxílio devem ter custo total de R$ 18 bilhões. Desse valor, R$ 11 bilhões seriam liberados por meio de créditos extraordinários, recursos destinados a situações imprevistas e urgentes. Essa verba não é contabilizada no teto de gastos, regra que limita as despesas do governo à variação da inflação. Outros R$ 7 bilhões serão provenientes de sobras da atual rodada da assistência.
Repórter Ceará
