A partir desta quarta-feira, 3, a Caixa Econômica Federal começa a operar o financiamento para a compra da casa própria voltada a policiais. Trata-se do Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública (Habite Seguro), que também vale para bombeiros, agentes penitenciários, peritos e papiloscopistas.
O intuito do programa é que esses trabalhadores tenham subvenção financeira concedida pelo governo federal e condições diferenciadas de crédito imobiliário para aquisição da casa própria, sendo possível financiar imóveis novos ou usados, unidades de empreendimentos financiados na Caixa e ainda a construção de imóvel individual, inclusive pelo Programa Casa Verde e Amarela.
O programa tem como prioridade os agentes de segurança com renda bruta mensal de até R$ 7 mil, mas é aberto a profissionais com faixa de renda maior. Será possível financiar até 100% do valor do imóvel, contando com subsídios de até R$ 13 mil, provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), de acordo com a faixa de renda do profissional, além de oferecer menores taxas de juros nos financiamentos. Neste primeiro ano, foram disponibilizados R$ 100 milhões para custear as operações.
As subvenções poderão ser concedidas para a aquisição de imóveis novos e usados, e para o financiamento de construção individual, com valor de até R$ 300 mil.
Para solicitar o crédito, os profissionais devem comprovar o vínculo empregatício com um órgão de segurança pública através de formulário emitido pelo órgão empregador, cujo modelo está disponível no endereço, na opção “Como Aderir”. A contratação está sujeita à aprovação de crédito.
O pagamento tem linhas de financiamento de até 35 anos, com destaque para a modalidade Poupança Caixa, de 2021. O juros serão a partir de 2,95% ao ano (a.a), somado à remuneração adicional da poupança e saldo devedor atualizado mensalmente pela TR. O cliente ainda pode optar, nesta modalidade, por um prazo de carência de até seis meses para início do pagamento da parcela de juros e amortização.
Repórter Ceará
