Os relatos acerca dos atendimentos no Hospital Regional Dr. Pontes Neto (HRDPN), em Quixeramobim, no Sertão Central, continuam a ser enviados aos veículos do Sistema Maior de Comunicação. Os envios começaram a acontecer após a exposição do caso da jovem Kelly Kayanne da Silva Farias, de apenas 16 anos, que chocou a região.
“Há 22 anos, eu passei por isso, quando eu fiquei com uma criança morta na minha barriga, e quando fui no hospital, eles me atenderam. O médico que me atendeu trabalha até hoje lá [no HRDPN]. Ele simplesmente olhou para minha cara e disse que eu viesse para casa, que estava tudo bem. No outro dia eu tive uma hemorragia, desmaiei, apaguei, tive um menino morto no caminho do hospital, dentro do carro. Depois infeccionou e eu fui parar em uma UTI de Quixadá. Quase morro por conta da irresponsabilidade de um médico”, destacou Alzenir Jerônimo, do Assentamento Tapajós, na zona rural do município, em relato enviado à Rádio Campo Maior AM 840. “Alguns, não todos, estão aí apenas pelo dinheiro. Simplesmente têm médicos e enfermeiros que não tem o mínimo de respeito pelo seu paciente.”
Após a repercussão do caso na região e com a veiculação de relatos pelo site Diário de Quixadá, o secretário de Saúde de Quixeramobim, Raul Dinelly, se manifestou através de nota enviada ao veículo quixadaense. O titular da Saúde se preocupou em colocar opositores dentro da polêmica. Conforme o site, o gestor afirmou “que os casos divulgados ocorreram no governo anterior, sendo o caso da paciente K.K.S.F (Kelly Kayanne da Silva Farias) o único que aconteceu em 2021″. Em outro relato enviado à Campo Maior, uma ouvinte rebateu a fala de Raul e destacou que o gestor desconhece os casos que acontecem no HRDPN e a situação dentro da unidade de saúde.
“Esse secretário tá é por fora das coisas que acontecem dentro daquele hospital. Pra ele culpar a gestão passada, é muito fácil. Mas quando a pessoa não quer que o camarada puxe o bigode, ele tira ou zela o bigode, porque só quem sabe o que a população de Quixeramobim passa naquele hospital é a população […] A gente culpa o prefeito, mas também que o prefeito saiba quem ele bota pra atender a população, porque eles estão no poder através da gente”, cobrou.
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Repórter Ceará





Eu passei por algo muito desagradavel a meses atrás no Hospital Doutor pontes Neto estava grávida de 7 meses fui a upa com muita dor de cabeça e a médica mim encaminhou pro pontes neto e ha era noite por quer minha pressão estava muito alta e poderia ser começo de eclapse chegando la demorou quase 1 hora pra pegarem meu nome porque o recepcionista estava passeando no hospital quando fui ser a atendida o medico apenas passou dipirona em gotas pra mim e mandou eu vim embora ainda muito mal dias depois tive uma consulta com o doutor Davi pois minha medica da área conseguiu pra mim e ele mim informou que ja era pra mim ta tomando remedio pressão e imediatamente mim mandou parano sertão central que foi onde tive meu parto e por consequência da pressão alta tive hemorragia e não co seguir fazer a laqueadura infelizmente o hospital pontes neto tratam as grávidas como se fossem objetos não somos. Somos seres humanos e carregamos outros sejan mais humanos se coloquem em nossos lugares e de nossos familiares