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1 Minuto com Sérgio Machado: Quem vai arcar com o prejuízo causado pela Enel?

Do Natal até depois do Ano Novo, os cearenses enfrentaram problemas de queda de energia elétrica. Canoa Quebrada, um dos principais destinos turísticos do Estado, passou mais de 48 horas sem o serviço. Isso, somente para exemplificar, pois a situação não apresenta grandes mudanças quando observada em outros municípios.

Em Quixeramobim, no Sertão Central, o problema se arrasta há mais tempo, já que bairros novos da cidade estão enfrentando constantes suspensões no fornecimento de energia elétrica, pois a oferta não acompanha a demanda crescente.

Nesse contexto, os cearenses que sofrem com a precariedade do serviço passaram a se perguntar: “Quem vai arcar com os prejuízos?”. Questionamento justo e necessário, a população se indaga de tal forma diante da perda de eletrodomésticos residenciais e até mesmo afetando comerciantes que necessitam do serviço para trabalharem.

A Enel não tem deixado a desejar somente no tempo presente. É uma situação que não se resolve há anos. No entanto, é aparente a piora na oferta do serviço, que é sentida no bolso dos clientes, que ainda passam por constantes períodos de estresse mental diante de tal problemática.

Intervir juridicamente na forma como a Enel tem trabalhado se mostra cada vez mais essencial, já que as reivindicações e os apelos da população não têm sido efetivos para melhorar esse cenário. Além disso, é preciso ressarcir o consumidor de seus prejuízos, mesmo que o valor chegue a casa dos milhões reais. Se mostra justo, dada a proporção do problema.

Não há outra forma de dizer, mas, se seguir dessa maneira, a Enel sairá do Ceará com a mesma imagem que conquistou ao longo do tempo tempo: como uma das piores empresas que já ofertou serviços aos cearenses.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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