A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) informou que, desde que implantou a tarifa de contingência, já forma arrecadados quase R$ 200 milhões. A medida passou a valer em dezembro de 2015.
A cobrança da taxa surgiu como uma tentativa de estimular a população a diminuir o consumo de água, levando em consideração a crise hídrica no Estado. Funciona assim: Cada residência possui um limite de consumo mensal. Esse limite não deve ser ultrapassado e, caso isso aconteça, a tarifa é acrescentada à conta.
Conforme a Companhia, o consumo per capita de água diminuiu 21% em comparação com o ano de 2014.
O dinheiro arrecadado com a cobrança da tarifa é utilizado para combate a vazamentos e outras ações contra o desperdício, com a aprovação das agências reguladoras. “A Cagece tem um comitê que analisa mensalmente as necessidades de novas ações que visem o combate de desperdício, redução de perdas e substituição de redes”, explica Agostinho Moreira, superitendente comercial da companhia.
O preço médio por metro cúbico de água atualmente é de R$ 3,55, mas a meta estipulada para a tarifa de contingência depende de cada residência.
Repórter Ceará com informações do G1-CE




