O deputado federal e coordenador da bancada cearense, Cabo Sabino, esteve mais uma vez visitando Quixeramobim nesta quinta-feira, 1º, para se reunir com policiais militares e demais lideranças políticas que apoiam seu mandato no município e região. Além disso, o parlamentar esteve coordenando um encontro com ala da “direita”.
Em entrevista à Rádio Campo Maior AM 840, Cabo Sabino, afirmou que este é um momento que o mesmo aproveita para acompanhar as demandas da população: “É mais um motivo de estarmos aqui nos aproximando e manter nosso mandato próximo a população”.
Referindo a sua saída do PR, Sabino voltou a reafirmar o desembarque da sigla: “Tenho carinho e um respeito muito grande pela legenda, mas temos caminhado para uma mudança de partido, diante das dificuldades que temos tido com relação algumas votações da sigla nível nacional”.
Com R$ 1,5 milhão encaminhado em três anos de mandato, Cabo Sabino comemora o fato de ter contribuído com ações no município, como a emenda de R$ 500 mil destinada ao custeio da Saúde: “Eu tenho dito que não encaminho para prefeito, eu encaminho para o povo. Eu fui votado em Quixeramobim e a minha categoria fez um trabalho maravilhoso e nos cobra isso sempre, no sentido de trazer verbas para o município. Nós encaminhamos agora em 2017 para a saúde, porque entendemos que é algo sempre primordial, algo emergencial na vida da população”.
Situação administrativa de Quixeramobim
Sobre este assunto, Sabino revelou que tem recebido muitas queixas da gestão: “O que sinto nas ruas é uma insatisfação muito grande com a gestão. É esse o sentimento […] Espero e desejo do fundo do coração que o atual prefeito consiga atender aos anseios da população de Quixeramobim. O que nós queremos é que o povo seja sempre bem atendido e só tem isso com uma boa gestão”.
Segurança pública
Ao ser questionado sobre as recentes ações promovidas por facções criminosas no Estado, o deputado foi enfático ao afirmar que isso deve ser tratado como ato de terrorismo, ao se referir as chacinas.
“Essas ações devem ser tratadas como atos de terrorismo no país. Se fosse nos Estados Unidos seria assim”, finalizou.
Repórter Ceará




