Enquanto as gráficas se preparam para lucrar com a farta produção dos famosos “santinhos” e outros artigos utilizados durante o período eleitoral, os candidatos de diferentes partidos e posições ideológicas já se preparam para pôr em prática a nociva estratégia de troca de votos por favores políticos, que há séculos dita as relações entre candidatos e eleitores em todo o Brasil.
E nessa conta entram os tijolos, os sacos de cimento, os cargos públicos, os exames em clínicas particulares e até as dentaduras, que ainda são utilizadas como moeda de troca durante as campanhas eleitorais nos sertões adentro.
E quando políticos corruptos chegam ao poder através da compra de votos, toda a sociedade é prejudicada. Por isso, nós, eleitores, precisamos entender que nenhum favor e que nenhuma benesse podem anular o nosso direito de escolher em que candidatos votaremos.
Neste ano, teremos a oportunidade de romper com essa lógica perversa que há tanto tempo prejudica os mais pobres e enriquece os mais ricos. Na hora de votar, precisamos pensar nos interesses coletivos e não nos nossos interesses pessoais.
Confira:
Repórter Ceará




