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Carro utilizado no assassinato do prefeito de Granjeiro teve GPS retirado dias antes da execução do crime

O Diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior-Sul, Ricardo Pinheiro, informou que Carlos César Gonçalo Freitas, foragido da Justiça cearense que foi preso no Maranhão na última segunda-feira, 27, durante as investigações sobre o assassinato do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, ficou com o veículo utilizado pelos suspeitos da morte do gestor por oito dias, antes do crime.

Conforme Ricardo, nesse período em que Carlos ficou com o carro, um Volkswagem Polo, o GPS foi retirado do automóvel antes do veículo se deslocar para Granjeiro. O próprio suspeito confessou, de acordo com o diretor, durante depoimento, que estava com o carro nesse período.

O automóvel foi apreendido no dia 16 de janeiro, em Teresina, no Piauí, sem as placas originais. Na ocasião, o proprietário do estabelecimento foi autuado em flagrante pelo crime de receptação. Um segundo suspeito também foi preso após atirar contra policiais ao tentar fugir.

João Gregório Neto, de 54 anos, foi morto a tiros enquanto caminhava, no dia 24 de dezembro de 2019.

Repórter Ceará (Foto: Divulgação/André Costa)

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