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13 deputados cearenses votaram a favor da PEC das Praias e sete foram contra; confira os nomes

A PEC foi aprovada pelos deputados que foram eleitos em 2018 e tinham mandato até 2022, ou seja, a antiga composição da Câmara

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou, em fevereiro de 2022, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Praias – ou somente PEC das Praias -, que propõe a extinção e transferência dos chamados terrenos de marinha. Após ser aprovada pelos deputados federais, a PEC foi enviada ao Senado. Dois anos após o envio, o assunto tem ganhado relevância nacional nos últimos dias.

De acordo com os ambientalistas, a proposta permite a privatização do acesso às praias.

A PEC foi aprovada pelos deputados que foram eleitos em 2018 e tinham mandato até 2022, ou seja, a antiga composição da Câmara. Quase 300 desses deputados se reelegeram e seguem na Casa Legislativa.

No portal da Câmara dos Deputados é possível consultar a votação nominal, ou seja, quais deputados votaram a favor e contra, e como se posicionaram os partidos. Por se tratar de uma PEC, o texto precisava ser aprovado em dois turnos, ou seja, duas votações.

Em 1º turno, 377 deputados votaram a favor da proposta, 93 foram contra e um se absteve. Na bancada cearense, formada por 22 deputados, somente 14 participaram da primeira votação, que ficou da seguinte forma:

A favor

AJ Albuquerque (PP) – Sim
André Figueiredo (PDT) – Sim
Capitão Wagner (PROS) – Sim
Eduardo Bismarck (PDT) – Sim
Heitor Freire (PSL) – Sim
Leônidas Cristino (PDT) – Sim
Pedro Augusto Bezerra (PTB) – Sim
Robério Monteiro (PDT) – Sim
Vaidon Oliveira (PROS) – Sim

Contra

Célio Studart (PV) – Não
Denis Bezerra (PSB) – Não
Genecias Noronha (Solidariedade) – Não
Idilvan Alencar (PDT) – Não
José Guimarães (PT) – Não

Na votação do 2º turno, realizada horas depois, o placar aumentou, passando para 389 votos favoráveis e 91 contrários. O número de deputados cearenses votantes passou de 14 para 20. Confira como cada um votou:

A favor

AJ Albuquerque (PP) – Sim
André Figueiredo (PDT) – Sim
Capitão Wagner (PROS) – Sim
Dr. Jaziel (PL) – Sim
Eduardo Bismarck (PDT) – Sim
Heitor Freire (PSL) – Sim
Júnior Mano (PL) – Sim
Leônidas Cristino (PDT) – Sim
Mauro Benevides Filho (PDT) – Sim
Moses Rodrigues (MDB) – Sim
Pedro Augusto Bezerra (PTB) – Sim
Robério Monteiro (PDT) – Sim
Vaidon Oliveira (PROS) – Sim

Contra

Célio Studart (PV) – Não
Denis Bezerra (PSB) – Não
Genecias Noronha (Solidariedade) – Não
Idilvan Alencar (PDT) – Não
José Airton Félix Cirilo (PT) – Não
José Guimarães (PT) – Não
Luizianne Lins (PT) – Não

Por partido, na ocasião, o PT orientou sua bancada a votar contra a proposta. O extinto PSL e o PL, partidos pelos quais o ex-presidente Jair Bolsonaro começou e terminou o mandato, recomendaram a votação favorável. Na época da votação, PSL e DEM ainda não haviam formalizado a fusão que resultou na criação do União Brasil.

Como cada partido orientou seus deputados a votarem:

A favor

PSL – Sim
PL – Sim
PP – Sim
PSD – Sim
MDB – Sim
PSDB – Sim
Republicanos – Sim
PDT – Sim
Solidariedade – Sim
PSC – Sim
Podemos – Sim
Novo – Sim
PCdoB – Sim
Cidadania – Sim

Contra

PT – Não
PSB – Não
PSOL – Não

Sem posição

DEM – (sem posição)
PTB – (sem posição)
PROS – (sem posição)
Avante – (sem posição)
Patriota – (sem posição)
PV – (sem posição)

Para ser aprovada, a proposta precisava de pelo menos 308 votos.

Para conferir como votaram todos os parlamentares da Câmara, clique nos links abaixo:

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