A Polícia Civil do Rio Grande do Sul identificou e ouviu a mulher suspeita de enviar um cachorro morto em uma caixa para a vereadora Deza Guerreiro (PP), de Novo Hamburgo. Segundo o delegado Rafael Sauthier, responsável pela investigação, a suspeita confessou ter enviado o animal.
“Ela confessou que enviou o animal, mas o motivo não vamos divulgar. Só ao final das investigações”, afirmou o delegado.
A identidade da mulher não foi divulgada pela Polícia Civil. Conforme a investigação, o motorista de aplicativo responsável pela entrega da caixa não tem relação com o caso.
O cachorro morto foi entregue à Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, onde Deza Guerreiro recebeu a encomenda. A parlamentar acreditava que se tratava de um presente, mas se surpreendeu ao abrir a caixa.
“Parece ser um corpinho, estou com medo”, disse a vereadora ao começar a abrir a embalagem. Em seguida, ao encontrar o animal morto enrolado em uma sacola plástica, reagiu: “Meu Deus, alguém mandou um cachorro para mim. É um corpinho. Meu Deus, quem é que me mandou um corpo? Não acredito que me entregaram um corpo”.
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Na segunda-feira, 6, após o ocorrido, Deza afirmou que interpretou o envio do animal como uma ameaça ao seu mandato. Em publicação nas redes sociais, escreveu: “O que esse sujeito fez é terrorismo. Matar um animal e enviar o seu corpo como mensagem?”.
O caso é investigado pela Polícia Civil. A caixa foi recolhida pelos investigadores, assim como o corpo do cachorro, que será submetido aos procedimentos da investigação.





