Se a contribuição de Daniel Vorcaro para as investigações do Banco Master se resumir aos anexos entregues nesta semana, o banqueiro pode se acostumar com o colchonete da prisão — até porque a estadia na sala confortável da Polícia Federal pode estar no fim. A informação é da coluna Radar, da VEJA.
O material é requentado e incompleto, na visão da PGR e da PF. Já foi, inclusive, superado pelo que os investigadores descobriram nos celulares de Vorcaro, vide a ação contra Ciro Nogueira.
“O celular dele já é uma confissão”, diz um investigador.
O banqueiro completou nesta semana dois meses preso. Teve tempo suficiente para elaborar um material decisivo, caso sua intenção fosse mesmo abrir todos os fatos criminosos que envolvem sua aventura no Banco Master. Não foi, na visão de interlocutores da investigação, o que aconteceu. Tanto que a PF pediu ao relator das investigações, ministro André Mendonça, que devolva o banqueiro ao presídio de onde foi tirado para que elaborasse anexos.




